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Localiza-se no início do lago formado pela barragem Sete Quedas, a 10 km do centro, com acesso pela Estrada do Rio Acima - Margem Esquerda. A SABESP responde por essa área pública. O nome deriva da ponte metálica pintada de amarelo, utilizada para travessia de pedestres e que serve de trampolim para nadadores. O entorno oferece bela paisagem, com destaque para a mata preservada. O local é procurado por pescadores durante a semana e por banhistas nos sábados, domingos e feriados de sol e calor. Da Estrada do Rio Acima - Margem Direita sai a Estrada dos Remédios, ambas não pavimentadas. Logo no início há a entrada de uma trilha descendente e curta (cerca de 300 metros) que leva a uma pequena queda d'água, chamada "Cachoeira da Ponte Amarela", com pequena piscina natural. Se a caminhada pela trilha é relativamente fácil, o mesmo não se pode dizer das pedras que circundam o curso d'água, limosas e escorregadias. O local é freqüentado por banhistas e coletores de varas de bambu para pesca. Mas sua capacidade de carga é restrita, impondo-se o controle de visitação. CABECEIRA DO RIO JUQUERI Está situada a 15 km do centro, com acesso pela Estrada do Rio Acima - Margem Esquerda. É o ponto de origem das águas do canal do Rio Juqueri, provenientes do Túnel 5 que desce da Barragem do Rio Atibainha, no Município de Nazaré Paulista. Presença de instalações da SABESP, responsável pela área. Os acessos são de terra, o entorno mostra áreas gramadas e pouco arborizadas.Banhistas o freqüentam nos fins de semana e feriados de sol e calor. Local inadequado para banho público, em face das águas revoltas e falta de segurança e infra-estrutura receptiva. CORPO PRINCIPAL DA REPRESA Inicia-se no centro de Mairiporã, estendendo-se por 28 km até ultrapassar o limite municipal com Franco da Rocha. O acesso principal é feito pela Rodovia SP-23 (Mairiporã -Franco da Rocha), asfaltada e sinalizada, porém sem guard-rails e com mato alto na margem da represa. A SP-23 está ligada a Capital pela Estrada da Roseira (até Santana) e Estrada de Santa Inês (até o Horto), assim como a Caieiras pela Estrada Laranjeiras. Com a barragem, o Rio Juqueri vai se alargando (média de 300 m), formando espelho d'água com superfície de 5,1 km2, de acordo com dados da SABESP, gestora da área. Em alguns trechos observa-se a presença de banhistas, sem qualquer infra-estrutura que lhes propicie conforto e segurança. O outro lado da Represa (margem direita) mostra bela paisagem de mata preservada, com residências de alto padrão, algumas relativamente integradas à vegetação e outras construídas muito próximo à água. O acesso a este lado é feito pela Estrada da Caceia, não pavimentada. Destaca-se o Morro do Juqueri, em que o Mirante do Lello oferece visão panorâmica da represa. No que se refere ao uso atual, além da pesca e banho admite-se a navegação de barcos sem motor (vela, remo, caiaque). Contudo essa restrição é burlada por praticantes de jet-ski, alguns proprietários de residências no local. Tais embarcações poluem a água e provocam ondas fortes, causadoras de erosão nos barrancos das margens. Em um trecho abrigado, próximo a Ponte Santa Inês, a ADTUR- Associação para o Desenvolvimento do Turismo estuda a implantação de estrutura náutica, composta de pier e deck com vista panorâmica. A área tem potencial para a prática de esportes náuticos sem motor, parque linear com ciclovia e trilha para pedestres. TRILHAS A Serra da Cantareira, o Morro e Vale do Juqueri são conhecidos pela freqüência com que recebem trilheiros da Grande São Paulo, notadamente da Capital. De jipe, moto, bicicleta, cavalo ou a pé, este público demanda as várias trilhas e estradas de terra disponíveis na região. As trilhas mais utilizadas em Mairiporã são: Pinheirinho Situada na Serra da Cantareira, sua entrada fica próxima ao Bar do Pedrão. Combina obstáculos naturais com pontos de alta velocidade, erosões e jumps fantásticos. Exige técnica, perícia e preparo físico, principalmente após uma noite de chuva. Pedra Rachada Localizada na Serra da Cantareira, é procurada pelos praticantes de downhill, devido a forte e difícil descida nas duas costas do morro, com piso de areia e pontos de alta velocidade. No final, um tobogã leva ao Bar Trilha das Torres. Aranha Também situada na Serra da Cantareira, é o paraíso dos jipeiros, cujo maior desafio é subir um barranco no menor tempo possível. Atoleiros, árvores caídas, leitos de pequenos riachos criam mais dificuldades, exigindo dos pilotos técnica e conhecimentos em mecânica e elétrica. Saracura Acesso pela Estrada da Bucólica ou pela estrada do Pico Olho d'Água. Trilha técnica e veloz, com obstáculos difíceis e cercada de mata preservada. Já sediou uma etapa do campeonato Paulista de Downhill e foi considerada um dos melhores circuitos do país na temporada 97/98. Urubu Situada no Pico Olho d'Água, essa trilha desce pelo morro criando dificuldades para o biker e seu equipamento, devido ao piso rochoso em alguns pontos, trechos rápidos e várias alternativas no final. TOPO |
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